domingo, 23 de março de 2014

Questionário para pretendentes!!!

Hahahahaaha, assim que terminei de escrever o texto anterior, me deparo com esse questionário!!!
Aaamei, se eu tivesse aplicadfo ele antes não estaria nesse dilema.
Meninas copiem, levem na bolsa, decorem, sei lá, mas não esqueçam dessas perguntinhas básicas...


1) Vai votar em quem nas próximas eleições?

2) Já sofreu de amor? Conte-me como foi...

3) Gosta de comida japonesa?

4) Tem alguma relação em aberto?

5) Tem algum problema com mulheres não nascidas de mãe judia?

6) Quantas vezes por semana fala com a mãe?

7) DRs pra você servem para:
a) melhorar a relação. b) encher o saco. c) o que é isso?

8) Há quanto tempo não tira férias?

9) Fidelidade é:
a) Imprescindível. b) Importante. c) Legal quando é espontânea. d) Dispensável. e) Um absurdo.

10) Ciúme é:
a) O maior defeito do ser humano. b) Bem-vindo de vez em quando. c) Frequente. d) Incontrolável.

11) Sexo:
a) É fundamental. b) As vezes é bom. c) O amor é o mais importante. d) Só depois do casamento.

12) Drogas:
a) Bah, tô fora. b) Tem hora que é legal. c) Toda hora é hora. d) Tenho aqui, quer?

13) Em que tipo de escola você colocaria seus filhos:
a) Liberal e não se fala mais nisso. b) Numa com boa colocação no ENEM. c) Bilíngue. d) O tema filhos não entra na pauta. e) Posso tomar um drink antes dessa questão? f)Tem formulário para amante?????



O que fazer com ele??? E com o que estou sentindo???


Como mulher ando me sentindo angustiada, meio "presa" e ao mesmo tempo fugindo de alguns instintos femininos estereotipados que nos foram impostos desde pequenas.

Sou uma sonhadora, sou sim, sempre fui. Eu sonho acordada.
Tenho um lado romântico, carente, meio "dependente" de atenção, de mimos e blábláblá.
Maaass, ao mesmo tempo eu priorizo muito minha liberdade, de ir e vir, de ser e de me expressar.
Ao mesmo tempo que sou romântica sou rebelde, e isso ultimamente está me dando um nó na cabeça e na garganta.

Comentei com uma colega dia desses numa festa que fui (contrariando a vontade de uma pessoa que gostaria de ficar comigo), que acho que vou morrer sozinha.
Que talvez eu tenha mesmo nascido para fazer alguma outra coisa que ainda não descobri o que é, mas de fi ni ti va men te, namorar, encontrar minha alma gêmea, o cara certo, aquele que vai me entender e me amar mesmo assim, isso não vai rolar.

Porque eu sou isso mesmo, sou ambígua. Ao mesmo tempo uma romântica sensível mimimi e uma rebelde teimosa e briguenta que não aceita imposições machistas.

Eu prezo as amizades, aprendi a ser assim, cresci com meu pai e seus muitos amigos e colegas, em encontros e reuniões. Casa sempre cheia de gente, vida cheia de possibilidades e pessoas.

Mesmo que na maioria das vezes eu me decepcione com algumas "amizades", eu NECESSITO delas para viver. E aprendo a cada erro, sempre.
Acho que não apenas absorvo o bom ou ruim que elas me passam, como também tenho certeza que lhes sirvo pra alguma coisa, nem que seja pra mau exemplo hahahaha.

Enfim, o motivo dessa verborragia toda é que essa semana eu me desentendi com um cara que eu achava que amava muuito, há tempos, tipo uns 4 anos.
Vai ver amei mesmo, eu era louca por ele, quase não tínhamos problemas "sérios" demais e nem éramos tão grudados, o que eu adoro porque grude cansa.

Bom, há umas duas semanas começamos a nos ver de novo, depois de quase 8 meses sem ficar, depois de algumas decepcões e pisadas de bola de ambas as partes.
O que me deixou puta e acabamos nos afastando de novo (novaxxx) é que ele vêm se mostrando muito diferente do que eu estava acostumada há 8 meses atrás.
Ele está ciumento, chato, cheio de regrinhas e condiçõezinhas...

Como vou deixar de ir à lugares que eu gosto de ir só porque ele não frequenta mais???
Posso deixar de ir se eu quiser, mas não porque ele não quer, e não da maneira como ele fala isso.
Se quer mais da minha atenção então se faça mais presente, me distraia, me ofereça sua BOA e AGRADÁVEL cia e eu posso rapidinho mudar de ideia, se for mais interessante sair com vc do que ir a outros lugares. Tô errada gente????

Mas não, ele não quer mais que eu vá, não quer mais que eu me relacione com algumas pessoas que "ele" não confia, mas faz isso como imposição!!! Jamais algo imposto deu certo comigo, em nenhuma área da minha vida.

Sabe, ao meu lado eu quero alguém que me traga paz!!! Que eu me sinta amada, respeitada, alguem com ótimo senso de humor, que me faça rir mais do que me deixe puta.
Tipo, calma. Carinhos. Cuidados. Amizade. Permissão. Intimidade. Confissões. Sorrisos. Sexo. Descobertas. Conchinha. Cobertor. Taças. Mãos. Gestos. Toques. Palavras. Olhares. Misturas. Doce. Chocolate. Caramelo. Manhã de domingo. Bobagens. Colo.

Alguém que demonstre seus sentimentos sem medo, com atitudes e não apenas palavras. Que não dê tanta importância para sua progenitora, porque isso também me enlouquece.

Eu não tenho pretensão nenhuma de casar com a mãe dele, nem de ninguém, muito menos de puxar saco, na verdade acho até que longe dela ele seria uma pessoa muuuito melhor. E nós dois nos daríamos beeem melhor também.
Não tô falando mal da velha aqui, até gosto dela, acho ela divertida muitas vezes, mas só quem conhece e convive sabe do que estou falando.
Aliás, qualquer casal é muito melhor longe dos pais e sogras e sogros! Prontofalei!

Tirando esses detalhes, ele é ótimo. Conversamos sempre muito, sobre tudo, tudo mesmo. O sexo é infinitamente gostoso. Ele é lindo, um gato, ainda acho isso rsrs.
Temos bastante coisas em comum, já rimos muito junto e tb já choramos juntos...

Mas e aí? O que fazer???
Tô pirando.
Estou perdida nessa confusão de sentimentos... alguém pode me dar uma luz???

Será que estou exagerando? Porque meu passado de homens ciumentos, possessivos e um bem violento no final me deixaram meio "nóia"?
Será que devo deixar ele pra lá mesmo e não me preocupar mais com isso? Afinal já se foram quase 4 anos dessa história enrolada que nunca acaba e nunca é.

Devo seguir minha vida sozinha como sempre foi? De bar em bar, me divertindo, trabalhando, estudando e buscando mais desafios? Pegando sem apegar? Huahauhauuahua

Na real eu gostaria de continuar de bar em bar, me divertindo, trabalhando, estudando e atrás de desafios, mas com um namorado massa. Um companheiro fiel, leal e seguro de si!!!

Utopia????


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Apresento minhas armas... Cabeça erguida, sorriso na cara!!!


Depois de um bom tempo, senti necessidade de voltar a escrever no meu blog...
Não sou de me importar muito com o que as pessoas pensam à meu respeito, mas não sei exatamente porquê, vem acontecendo algumas coisas que estão me fazendo repensar...

Até que ponto o julgamento alheio pode afetar a vida de alguém?

Será que estamos realmente certos quando afirmamos que "ninguém paga minhas contas" ou "vivo minha vida como quero e faço sempre o que quero" ou "minha consciência tá limpa, então se danem", ou ainda "falem bem, falem mal, mas falem de mim"...

O que me fez ter esse ímpeto de escrever foi o fato de um amigo meu, bem próximo, do meio que eu frequento, pela vigésima vez eu acho, se queixar que as suas namoradas sempre pensam que ele quer ou tem outras mulheres... e elas acabam até prejudicando ele de alguma forma, seja queimando o filme dele para outras, seja difamando no facebook e afins.

Não coloco minha mão no fogo hoje em dia por ninguém!!! Que fique bem claro, porque os que me conhecem e estão próximos à mim viram o que me aconteceu à pouco tempo por confiar demais em uma "amiga" e sim, colocar a mão no fogo por ela várias vezes... bom, não vem ao caso, discorro sobre isso em outro post.

Enfim, mesmo não colocando a mão no fogo por esse amigo que eu estimo e gosto muito, eu não tenho nada de "mal" ou "duvidoso" para falar dele. Eu nunca vi ele em nenhuma situação em que suas namoradas pudessem desconfiar, sei lá.

Mas o fato é que isso que ele está vivendo, eu também, infelizmente, ando sentindo na pele.
Pessoas que julgam pelas aparências, pessoas que maldam a vida alheia, pessoas com baixa estima e insegurança tamanhas que precisam agredir quem lhe causa "ameaça", mesmo essa ameaça sendo fruto de uma mente vazia e doente muitas vezes.

Sou uma pessoa que sempre gostou de fazer amizades, de conversar, de beber e dar risada com amigos e colegas. Desde que me entendo por gente sou assim. E nunca antes precisei realmente me preocupar com isso.

Eu admito que sempre tive mais amigos homens que mulheres, por motivos óbvios, os homens são muito mais confiáveis e não competem com você. Ponto. Só isso.

O fato de eu ser amiga de um homem NÃO quer dizer que eu quero ou vá DAR pra ele. principalmente se ele for casado ou tiver namorada. Pelo contrário, eu até fico amiga do casal, adoro isso. Ficar amiga de um casal. Inclusive SOU amiga de muitos casais. Nunca me meti na vida deles (a não ser quando me pedem para opinar), e jamais faria se não fosse convidada para tal.

Essa sou eu, eu adoro minha vida, minha liberdade e ser como sou.

Bebo sim, danço sim, falo com todo mundo sim e tenho sim meus casos e acasos amorosos por aí... sou solteira, me banco, trabalho estudo enfim, sou DONA da minha vida.

Mas fico puta quando me tiram pra coisas que eu não sou... coisas que eu não fiz e não faço.
Fico puta e fico triste, porque ultimamente as pessoas que andam me julgando são pessoas que eu estimava demais. E que eu pensava que me conheciam.

Acho que a vida é uma eterna adaptação. E, frequentemente, me sinto não adequada. Com uma sensação de não pertencer a este mundo. Um mundo maluco, sem amor, sem amizades sinceras. Onde um tenta sempre ser melhor que o outro. Onde as pessoas tentam te puxar para baixo. Onde todo mundo quer se dar bem. Onde existe malícia demais, arrogância demais, maldade demais, cinismo demais.
Às vezes me assusto. É que todo mundo se preocupa com o lado de fora. Eu me preocupo com o lado de dentro. Aquele que mesmo em silêncio grita. Aquele que tenta nos dizer coisas que nem sempre queremos ouvir. Aquele que pulsa, luta, retruca. Aquele que carrega a nossa essência.

Estou triste, estou perturbada, perdida.

Acho que a sociedade, as pessoas e a vida não têm que exigir nada da gente. Cada um se veste e se porta como quer. Cada um fala e age como quer, desde que respeite o outro. Desde que não se traia. Desde que não esqueça seus princípios. O que você faz é problema seu. Mesmo porque a gente nunca deve esquecer que tudo tem uma conseqüência. Mas não é uma revista, uma novela, sua mãe, a igreja, o centro espírita, seu marido, suas amigas ou o dono do bar que você frequenta que vão dizer a forma como você tem que viver. Em outras palavras: se cada um cuidasse do seu rabo e não se importasse em criticar tanto a vida do outro o mundo seria um lugar muito melhor para viver.

É o que penso...

Porque a gente precisa de serenidade para viver. Já basta toda a insanidade desse mundo.
Alguns dias atrás uma pessoa me agrediu, na frente de muitos amigos e colegas meus... eu não consegui reagir, e muita coisa passa pela minha cabeça do que essas pessoas podem estar pensando...

Muita gente nem imagina o motivo da maluca mal amada insandecida vir pra cima de mim... PURO CIÚMES E DESPEITO!! Ciúmes de uma pessoa que eu considerava também um 'amigo' e percebi depois que não passa de um velho babaca e babão. Enfim, como nos conhecemos há muitos anos, a idosa em questão pensou, sim ela PENSOU que eu ele tínhamos alguma coisa... e eu soube depois que o mal caratismo do fulano era tanto que ele nem se deu ao trabalho de dizer pra ela que era coisa da cabeça dela.

A prova real da INSANIDADE desse mundo que falei logo acima.

Poxa, isso realmente mexeu comigo, mas eu não reagi...

Ser grosseira não é o meu normal, eu fujo de situações adversas onde os motivos são banais.
A briga com minha ex "amiga" não foi exatamente por causa DO homem em questão e que todo mundo sabe, pra quem ainda não sabe vou explicar em outro post, foi pela traição de uma amizade!!! Coisa muito mais séria! Que isso fique muito claro!!!

Sou capaz de brigar sim por igualdade, justiça, direitos, por meus filhos (qdo tiver), minha família e meus amigos, mas cacete, brigar por causa de homem... é um pouco demais pra mim. Se ainda fosse um Reinaldo Gianechini hahaha aí eu arrancava os cabelos de qualquer uma!!!
E o pior!!! Enquanto a fulana e sua amiguinha brigam comigo à toa, os velhos babões estão numa boa traindo e mentindo à torto e à direito se duvidar com suas próprias amiguinhas...

O que sobrou no final???

Pra ela eu não sei... pra ele quero saber menos ainda, mas pra mim só a certeza de que tenho que tomar muito mais cuidado com os DESIQUILIBRADOS!!!

E quem sabe não chegou a hora de mudar, mudar de ares, de lugares... não é mesmo?
Parece-me que "não sou adequada" à essas pessoas... será mesmo?

Será que estou certa pensando assim ou tô me precipitando?
Terei a prova esse fim de semana.

Bye bye

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Vomitando...


Deixa eu ir devagarinho explicando o que está acontecendo agora nessa minha cabecinha confusa.Cheguei a  mais uma conclusão: não importa quanto tempo passe, quantas coisas eu invente ou faça, quantos namorados eu perca, quantos aniversários eu faça, eu tenho um lado baixo astral total que me acompanhará e me fará sentir uma completa idiota pra sempre. Não é uma coisa que eu deseje, nem é algo que eu controle, acho que essa é a parte mais dificil. Tem muito, muito tempo que eu não escrevo o que eu tô sentindo, foi uma tentativa de poupar vocês dos meus dramas e no facebook percebi que as pessoas não “gostam” muito de quem se expõe ou fala a verdade, sobre si, mas sabe, foda-se, to afim de falar, de escrever, se vc não quiser saber é só não ler!

Nos últimos meses eu não tenho tido minhas capsulas de felicidade instantânea, e talvez por isso eu esteja com essa sensação de "bola de pêlo na garganta" por vários momentos. Não acho que seja uma coisa constante. Não, não. Muitos momentos tem sido felizes, obrigada. Mas não sei. Parece que tem alguma coisa bloqueando minha mente (kkkk) de pensar no que é. Dai eu fico aqui remoendo pequenas coisinhas, pequenas infelicidades, e de repente me vejo, com o perdão da palavra, fudida.
São os planos que eu fiz e que não darão certo, são as horas gastas com cartas que não serão lidas, a solidã...São os minhas inseguranças infundadas (?), minhas músicas repetitivas. A saudade.
É a sensação de estar me repetindo, de estar sendo ingênua, de estar sendo insegura demais (de novo!!!).

São meus sonhos que ninguém vê, meu mundo que ninguém crê. E nem é TPM.

Escutei um monte de coisas essa semana. Escutei de uma amiga que a minha maior, e talvez única neurose era me achar neurótica. Não sei se ela está certa. Outro amigo me respondeu, quando eu lhe disse que não sou boa com essas coisas de paixão, que eu era sim. Era tão, tão boa que tinha medo. Que eu era uma criatura durona, mas que se achassem os pontos certos, eu certamente me derreteria. E era justamente quando esses pontos eram achados que eu mais tinha medo. Ele está certo. Detesto não me sentir no controle de mim mesma, e dos meus sentimentos. Deve ser esse o meu problema. Eu gosto demais. Me jogo demais, e quando vejo que talvez eu esteja me jogando demais e que não tem uma rede lá em baixo pra me segurar entro em parafuso.

Hoje eu fui até a praia. Fiquei olhando pro mar. Dessa vez ele não me disse nada. Não me acalmou...

Já joguei tantas vezes as coisas pro alto por causa dos meus medos. E durante um tempo eu me via naquela falsa paz de que vivem os covardes. Mas pelo menos, ainda assim... era paz. Não sei se tô dizendo coisa com coisa... O fato é que eu não quero dizer nada. Só to escrevendo compulsivamente, e cada linha que passa a maldita sensação da bola de pêlo vai melhorando...
E sobre isso de não ter certeza, eu posso dizer que é uma merda.
Tudo que eu queria em alguns momentos era cerveja. Bohemia de preferência. Ou tequila, mas essa (Jijuis) essa por ordens quase médicas não posso mais, kkk (alguns amigos sabem o porquê). Uma fazenda. Um nada. Ou um quarto fora da casa cheio de livros, e dvds legais. Um ventilador maravilhoso. Um edredon, vários travesseiros.

Eu quero paz...Um amor tranquilo com sabor de fruta mordida. Só isso...

Vou escovar os dentes.

sábado, 21 de julho de 2012

E vc, sabe quem eu sou? Vc me conhece???


Ainda bem que eu escrevo, senão eu morreria...

Percebi hj que eu tenho muitos amigos, e hoje é dia do amigo!!!!

Mas infelizmente, eu tb saquei que muitos dos meus amigos são meus amigos porque eu ouço  os problemas deles, e ajudo, tento pelo menos, não sei porque eu me compadeço com as dores dos outros...

Porém, ninguém se compadece com as minhas. Ninguém me ouve de verdade!

Eu tenho muitos problemas tb, mas muita gente me julga superficial porque eu não falo dos meus problemas com frequência, não comento sobre minhas dores, e são muitas. Nossa, muitas mesmo.
Aí, eu saio, bebo, me divirto, e acabo ouvindo as dores da galera. Depois chego em casa e minhas dores ainda estão lá, ninguém me ajudou a tentar resolvê-las. Eu me resolvo sempre sozinha.

Acho que aprendi isso depois que meu pai morreu. Eu me senti tão sozinha que me fiz sozinha literalmente, acabei me aceitando assim, não dividia nada com ninguém, porque só ele me ouvia, só não sei quando eu comecei a ouvir, ouvir, ouvir e dar conselhos, e conversar, e tentar ajudar de alguma forma. Não sei.

Não me arrependo, mas porrrrra, eu tb tenho vontade de desabafar, tb quero e preciso de um apoio, de um abraço, de um conforto, de algumas  palavras que me ajudem a me entender, a entender minhas neuroses, meus medos e frustrações.

Às vezes tenho a impressão que os outros precisam mais do que eu. Como se eu fosse forte o suficiente pra suportar minha própria vida.
E isso, mesmo parecendo altruísmo da minha parte, que chega a ser natural, acaba camuflando sem querer que eu sou de carne e osso tb!

Ainda bem que escrevo... cada linha as vezes parece salvar minha alma.

Porque eu não sou forte não, sou frágil, muito frágil. E mesmo tendo aprendido a não entrar mais em depressão eu ainda me sinto caindo de vez em quando, me sinto carente, me vejo falando e escrevendo sozinha.
Ainda bem que eu escrevo...

Dos meus 13 anos pra cá eu já me senti perdida várias vezes, me sinto ainda, mas sempre dou um jeito de me achar, e meu jeito particular de ser acaba gerando nas pessoas que me ceram um certo tipo de pré-julgamento injusto e sem fundamento de que sou uma porra louca, tipo, a suuuper desencanada e desligada da vida real, uma pessoa artificial, sei lá, eu tenho essa impressão muitas vezes.
Isso me entristece, de verdade. Mas não posso fazer nada eu acho, não posso mudar quem eu sou.

O que me fortalece é que se eu me deprimo, eu coloco meu rock'n roll volume máximo no meu fone de ouvido, acendo meu cigarro, viajo nos meus pensamentos, e acabo sempre percebendo que foda-se! FODA-SE em letras BEM maíusculas, porque eu me conheço, eu pelo menos me conheço e sei quem eu sou. E eu percebo que não tenho nada a ver com o julgamento errado dessas pessoas que não fazem o menor esforço de me conhecer de verdade,  dessas pessoas que se dizem meus amigos, mas não sabem da minha história, das minhas alegrias e minhas dores.

Eu não estou preocupada em me casar e ter filhos pra alimentar o ego da minha família, se eu casar vai ser quando, se e com quem eu quiser, mesmo que ele seja exatamente o contrário do que esperam. Eu não estou preocupada em adquirir bens e mais bens materiais e fúteis, eu preciso do necessário pra suprir minha paz de espírito, posso me satisfazer comprando vários sapatos e roupas caras quando posso, e quando não posso e só garimpo brechó é a mesma satisfação. Eu não sou e nem quero ser igual a ninguém, tenho meus caprichos particulares, mas não sigo modas, nem crenças ou verdades absolutas. Sei que não sou bonita (como dita a maioria da sociedade), mas eu me amo bem do jeito que sou. E pra mim tá ótimo, se pra vc não tá problema seu!

Tenho muitos talentos, tenho muitos defeitos, sou aquariana de verdade, sou da paz, sou do bem, sou ingênua e me fodo direto. Mas eu sou do caralho!

Me desculpem esse meu desabafo up and down, mas se não escrevo minha alma morre!

E se vc estiver lendo, pelo menos dessa vez eu não falei sozinha.

Agora com licença porque vou aumentar mais ainda o volume do meu Alice in Chains e me jogar nos braços de Morfeu!!!
Night night!



sábado, 23 de junho de 2012

"A PESSOA ERRADA"


Pensando bem, em tudo o que a gente vê, e vivencia, e ouve e pensa, não existe uma pessoa certa pra gente. Existe uma pessoa, que se você for parar pra pensar, é na verdade, a pessoa errada. Porque a pessoa certa faz tudo certinho: chega na hora certa, fala as coisas certas, faz as coisas certas.Mas nem sempre precisamos das coisas certas. Aí é a hora de procurar a pessoa errada. A pessoa errada te faz perder a cabeça, fazer loucuras, perder a hora, morrer de amor. A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar, que é para na hora que vocês se encontrarem a entrega seja muito mais verdadeira.A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa. Essa pessoa vai te fazer chorar, mas uma hora depois vai estar enxugando suas lagrimas, essa pessoa vai tirar seu sono, mas vai te dar em troca uma inesquecível noite de amor. Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado, mas vai estar toda a vida esperando você.A pessoa errada tem que aparecer para todo mundo, porque a vida não é certa, nada aqui é certo. O certo mesmo é que temos que viver cada momento, cada segundo amando, sorrindo, chorando, pensando, agindo, querendo e conseguindo. Só assim, é possível chegar aquele momento do dia em que a gente diz: "Graças a Deus, deu tudo certo!", quando na verdade, tudo o que Ele quer, é que a gente encontre a pessoa errada, Para que as coisas comecem a realmente funcionar direito prá gente.
Nossa missão: Compreender o universo de cada ser humano, respeitar as diferenças, brindar as descobertas, buscar a evolução.

Luis Fernando Veríssimo

***Adorei! Bom sábado pra você que já encontrou sua pessoa errada***
Sweet Gi
=)

domingo, 17 de junho de 2012

Chapter V - Ando mexida


DESABAFO...

De vez em quando sinto algumas falhas. Deve ser porque penso demais. Meu pensamento, sempre apressado. Quase me derruba. Mas eu aguento (ou pelo menos tento). Ando parecida com o mar em dias de fúria: meio mexida. Tudo anda se ajustando e adaptando dentro de mim se modificando. Estou num momento muito diferente, sentindo coisas que antes nem me passava pela cabeça.

Ando um pouco cansada da mesmice. Mais do mesmo, mais do mesmo, mais do mesmo. É um círculo vicioso, sem fim. É chato. Todo mundo é igual, pensa igual, se veste igual, usa a mesma cor de esmalte. E se você é diferente ai-que-horror. De raiva pintei minhas unhas uma de cada cor!

A sociedade e a vida nos exigem muito. O tempo inteiro. É um massacre. Você tem que ser bem informado, você tem que ser alinhado, você tem que andar vestido como a mocinha da novela das oito, você tem que ter o corpo da última capa da revista que ensina todo santo mês como enlouquecer seu homem entre quatro paredes. É um saco quem dita regras. Seja assim, não seja assado.
É muito blábláblá. Muita gente posando de boazinha, de legal, fazendo a linha boa praça, faço-o-bem-para-a-humanidade. Ninguém pode meter o dedo na minha cara e dizer que eu devo fazer isso ou aquilo.
Parece que não pertenço a este mundo. Um mundo maluco, onde além de regras ditadas as pessoas passam fome, um mundo cheio de desprezo, sem amor. Onde um tenta sempre ser melhor que o outro. Onde as pessoas tentam te puxar para baixo. Onde todo mundo quer se dar bem. Onde existe malícia demais, arrogância demais, maldade demais, cinismo demais.

As pessoas querem rótulos. Ficam o tempo inteiro querendo dar nome para as coisas. Batizam, insistem, cismam.
Não deixo a vaidade tomar conta de mim. Não me preocupo com o material. Se você me levar para jantar um cachorro-quente eu vou adorar. É claro que gosto de restaurantes mais sofisticados. Mas não sou uma louca fresca. Ao invés de consumir loucamente, prefiro doar o que tenho para quem precisa. Mesmo tendo pouco, mas sei que tenho o suficiente.

Cada um tem a sua necessidade. Eu prefiro me doar nem que seja um pouco para os outros.
Eu me agrado agradando os outros. Pode soar estranho, mas é verdade. Gosto de presentear as pessoas que são importantes na minha vida. Gosto de ver o sorriso delas. Isso faz com que eu me sinta bem de verdade: ajudar desconhecidos e conhecidos.
Por esses motivos ando meio mexida. Pensativa. Refletindo sobre passado, presente, futuro. Vendo o que quero, o que espero. Quero essa vida que levo hoje? Quero continuar cometendo os mesmos erros? Quero estar com esses mesmos defeitos? O que eu quero exatamente? Ainda não tenho essas respostas.Eu estou cansada de confiar nas pessoas, uma pena você perder a esperança no próximo, uma pena você ter sempre que ter um ou todos os pés atrás com as pessoas. Triste isso, mas infelizmente, a vida à duras penas está me ensinando que quem muito se doa só se ferra. Só se dói.

 E como eu disse lá em cima: por enquanto, tudo anda se ajustando e adaptando dentro de mim...

Bjs e boa semana =)